Opinião

Assistência social, uma lenda da gestão Haddad

Leia o discurso do vereador Mario Covas Neto sobre as malfadadas ações tomadas pela gestão Haddad em relação aos moradores de rua da cidade. O vereador comenta ainda o estado de abandono dos centros de convivência inaugurados no mandato do ex-prefeito Gilberto Kassab.

“Gostaria de falar novamente a respeito da falta de assistência da Prefeitura aos moradores de rua. Aliás, por ora não vou falar. A reportagem falará por si. Assistam.

(reportagem feita pela TV Estadão, disponível neste link)

Esse vídeo foi publicado no site do jornal O Estado de São Paulo no último sábado, dia 7. No entanto, o problema não é novo, muito menos isolado.

Em outubro, o jornal Folha de São Paulo publicou uma reportagem sobre uma ação de remoção de moradores de rua acampados na Praça da Sé coordenada pela Guarda Civil Metropolitana e pelas Secretarias Municipais de Assistência Social, Saúde e Habitação.

Na ocasião, esses cidadãos foram levados para uma tenda sem água, luz ou qualquer estrutura para recebê-los. Além disso, lhes foram prometidos o pagamento de um auxílio-moradia e a inscrição na filha habitacional de São Paulo.

Quando os jornalistas do Estado chegaram ao local para gravar as imagens, foram abordados pelos moradores, que pensavam se tratar de tratar de uma equipe da Prefeitura. “Estou esperando o bolsa-aluguel que me prometeram”, disse Cleuza de Freitas, na ocasião.

Conforme disse, o fato não é isolado. Barracas estão se multiplicando por São Paulo. Inclusive ao redor dos próprios centros de convivência da Prefeitura, caso das unidades Alcântara Machado e Bresser.

Recentemente, a imprensa noticiou a mudança de pessoas para o vão livre do Masp, na avenida Paulista. No local tornaram-se explícitos o tráfico e consumo de drogas.

Também foi destaque na mídia a formação de uma ‘favelinha’ nas calçadas da alameda Dino Bueno e da rua Helvétia, na chamada cracolândia.

Enquanto isso, além de não promover qualquer solução efetiva para o problema, como se pode notar, a Prefeitura cortou em quase 14% a verba da Secretaria de Assistência Social prevista no Orçamento de 2014.

Ou seja, tal cenário só nos faz ter mais confiança nas palavras de Anderson Lopes Miranda, do Movimento Nacional da População de Rua. Diz ele: “vivi 22 anos na rua e nunca vi uma omissão tão grande quanto a que estou vendo hoje”.

Parabéns ao PT, ao prefeito Haddad e aos demais envolvidos nessa barbaridade.

Muito obrigado.”

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