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Gente que Fala, da All TV, recebe o vereador Covas

Nesta quinta-feira, 15, o vereador Mario Covas Neto foi um dos convidados do programa Gente que Fala, apresentado pelo jornalista Zancopé Simões, e transmitido pela All TV e pela Rádio Trianon. Também estavam presentes na atração Aurélio Nomura, vereador de São Paulo pelo PSDB, Alda Marco Antônio, presidente do PSD Mulher e Renato Di Matteo, presidente do PSD de Rio Claro.

No programa, a multa aplicada às residências que aumentarem o consumo de água foi um dos assuntos discutidos. Na semana passada, a Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo) autorizou a Sabesp a multar entre 40% e 100% quem consumir mais água neste ano no comparativo entre fevereiro de 2013 e janeiro de 2014.

Covas, membro da CPI da Sabesp na Câmara Municipal, afirmou que em nenhum momento os técnicos ouvidos pela comissão afirmaram que a crise hídrica seria evitada mediante alguma possível obra da companhia. “Não há registro de ineficiência por parte da Sabesp”, sublinhou.

Quanto à decisão do governador Geraldo Alckmin decretar, no dia de ontem, a existência do racionamento em São Paulo, o tucano afirma tratar-se de algo feito para atender uma pressão da Justiça, que só autorizaria a cobrança das multas caso isso acontecesse.

Mulheres na política e terrorismo no exterior
Outro debate recaiu sobre a pesquisa do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) no qual constatou-se uma diferença de 30% no salário entre homens e mulheres que atuam em um mesmo cargo. Sobre isso, os convidados comentaram a respeito da participação das mulheres na política, e da importância de seu envolvimento.

“Não devemos discutir capacidade, mas sim a participação. Ninguém – homens ou mulheres – precisam necessariamente ser candidatos para fazerem política, mas devem se envolver em reuniões que tratem de como esta é feita”, pontuou Mario Covas Neto.

Finalmente, quanto aos ataques terroristas na França, o vereador afirmou se chocar com o radicalismo adotado por certos grupos para fazer prevalecer seu ponto de vista. “Infelizmente, a intolerância atinge tem se expandido. Vide o caso das torcidas de futebol no Brasil”.

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